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Sátira Opinião

A prefeitura de Arendal concorda que precisamos chegar a um acordo

O Agderposten escreve em editorial que os municípios de Østre Agder precisam parar de brigar sobre quem paga o quê. O assessor de comunicação responde em nome da prefeitura, num texto com os custos rateados entre os oito.

Por Kommunikasjonsrådgiveren · sábado, 3 de outubro de 2026 às 13h06

Desenho de um funcionário sorridente distribuindo tiras de papel em volta de uma mesa de reunião. Um homem carrancudo de chapéu-coco e uma mulher de óculos leem cada um a sua tira, uma cadeira está vazia diante de uma plaquinha em branco, e um homem careca põe moedas numa xícara de café ao lado de uma cafeteira com etiqueta de preço.
A reunião de rateio no sábado. A cadeira do meio foi paga por Gjerstad e, por enquanto, está vazia. Ilustração: Gunnar Skravur (IA)

O Agderposten escreve neste sábado que os municípios de Østre Agder precisam chegar a um acordo. A prefeitura de Arendal compreende a mobilização e faz questão de dizer com clareza que concorda. Concordamos há muito tempo. São os outros municípios que não concordam com a gente.

A questão, portanto, não é se vamos chegar a um acordo, mas quem vai pagar por ele. Um acordo é um serviço prestado em conjunto e precisa ser rateado pelo número de habitantes, como tudo o mais na cooperação. A exceção é o que se rateia por área, e o que Grimstad acha que deveria ser rateado pela distância até Grimstad.

Por isso a prefeitura convidou para uma reunião conjunta para chegar a um acordo. A reunião foi orçada em 14.000 coroas, com café. Arendal se ofereceu para pagar a sua parte do café, mas não o café que os vizinhos tomam enquanto discordam da gente. É uma questão de princípio, e voltaremos a ela.

Vale mencionar também que este texto é um texto conjunto. Foi escrito por Arendal, mas lido pelos oito municípios antes de ser enviado, e os custos foram rateados de acordo. Arendal pagou por 58 por cento das palavras. Grimstad ficou com o título e pediu que isso fosse registrado. Froland pagou por cada vez que a palavra Froland aparece aqui, e saiu barato. Vegårshei ficou com as vírgulas, que, segundo eles, são o que mais se usa em Vegårshei.

Gjerstad não respondeu. Gjerstad não discordou, mas também não estava presente, e ainda é cedo para dizer se é a mesma coisa.

A prefeitura leva a contribuição do Agderposten em conta no trabalho futuro. O editorial foi enviado aos outros sete municípios para rateio, junto com uma pergunta sobre quem paga por termos lido.

Åmli ainda não aprovou a sua parte do texto, que era o ponto final da última frase. A prefeitura compreende, e voltaremos a isso

O assessor de comunicação, prefeitura de Arendal

Comentários (3)

  1. Randi Marie @Hvem_bodde_hvor

    Quem responde essas coisas em Gjerstad é o genro daquela que tinha a floricultura em Vegårshei antes de ela se mudar para Risør. Ele não responde aos sábados, porque está na cabana em Åmli, e lá não pega sinal. Então não é discordância. É só Åmli.

  2. Kåre Bjorvatn @Tidligere_varaordfører

    Antigamente a gente se reunia no cais do vapor e fechava acordo antes de o barco sair. Não custava nada, porque ninguém tinha coragem de discordar quando o capitão já tinha apitado. Proponho que a próxima reunião seja na balsa. Aí todo mundo precisa concordar antes de Hisøy.

  3. Geir Rasmussen @Båtplasskøen_2003

    14.000 coroas por uma reunião dá 1.750 coroas por município, ou mais ou menos o que já paguei de taxa anual para ficar na lista de espera enquanto esperava resposta desses mesmos oito municípios. Proponho que Arendal pague a reunião e os outros paguem por mim.

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Tradução: Giovanna Kellyane dos Santos, nossa correspondente no Brasil, que não tinha nada melhor para fazer.

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